terça-feira, 23 de março de 2010

Vai uma dica?

É importante sempre estar acompanhado na hora de praticar o kite. Caso algum acidente ocorra essa pessoa poderá lhe socorrer.Nunca subestime a natureza. Em caso de ventos muito fortes é melhor não entrar na água. O controle do kite fica dificultado e você pode correr o risco de um acidente.Escolha e cuide bem o seu equipamento. Ele é o seu maior aliado na hora de velejar. É de extrema importância que se verifique a qualidade do material antes de utilizá-lo.
Fonte:Radical

manobras de kitesurf


As manobras utilizadas no kitesurf são uma mistura das feitas no surf, no wakeboard e no windsurf. Essas manobras adaptadas criam novos conceitos e nomes, mas o princípio é o mesmo.O kitesurf apresenta três tipos de manobras. As de transição, as de salto e as feitas na onda. Para cada uma dessas três opções existem termos e pontuações diferentes.As de transição são as mudanças de direção feitas pelo atleta. Com uma manobra desse tipo o kiteboarder muda a direção que estava seguindo.As manobras de salto são feitas no ar e visivelmente são as mais bonitas. Já foram registrados saltos de até sete segundos. É nesse tipo de manobra que o kiteboarder literalmente pode voar.E por último também existem as manobras feitas na onda. Geralmente essas manobras são adaptadas do surf. O grau de dificuldade é alto, já que em caso de queda é perigoso o atleta se enrolar nas linhas da pipa.
Fonte: Radical

domingo, 21 de março de 2010

Só kitesurf

Oi people esta é a imagem do ano.
Porquê?
Porque neste site É SÓ KITESURF!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

sábado, 12 de dezembro de 2009










Kites
Kites Infláveis
São os mais utilizados. Possuem apenas uma superfície de tecido, talas infláveis que lhes mantém o perfil aerodinâmico estável, e um inflável principal que mantém o formato em arco, tornando-os insubmersíveis e fáceis de redecolar.
Vantagens: Têm boa capacidade de orça. São bastante estáveis e possuem muita potência para saltar e manter o tempo de vôo (hangtime). Permitem que sejam usados em amplas faixas de vento (windrange).
Existem modelos de 4 e 5 linhas. Podem ficar longos periodos na água continuando aptos a redecolar.
Desvantagens: As talas infláveis são frágeis, podendo furar ou estourar se não usados adequadamente.
Os kites infláveis são hoje sub-classificados em:
Kites "C" - possuem a forma clássica de um "C" e estão no mercaodo desde 2001. Embora tenham uma faixa de aceleração / desaceleração menor que a dos novos shapes desenvolvidos a patir de 2005 ainda são os preferidos dos atletas na competições.
Kites "flat" ou "bow" - possuem uma forma mais parecida com uma unha, ou seja, mais achatada. Basculam mais que os clássicos "C" e com isso são capazes de ampliar/diminuir sua área vélica em proporções maiores, aumentando ou reduzindo a potência mais facilmente. Foram introduzidos no mercado em 2005 e desde então têm conquistado um grande número de adeptos, principalmente no nível básico e intermediário de habilidades.
Obs: Já existem no mercado kites com forma híbrida entre o "C" e o "flat", que buscam obter o melhor de ambos. O kite "BOW" é mais fácil de redecolar ao cair na água, alguns redecolam sem necessidade de intervensão do atleta.
Kites tipo Foils
Assemelham-se a um parapente. Possuem duas camadas de tecido (superfície superior e inferior) e é dividido por várias células, que se enchem de ar (pelo vento, através de válvulas frontais) e formam seu perfil. Possuem um complexo sistema de cabresto.
Vantagens: Têm boa tração. Alguns modelos são montados rapidamente. Geralmente são mais resistentes a impactos, mas também podem estourar, rasgando o tecido. São facilmente redecoláveis.
Desvantagens: Se ficam alguns minutos na água, enchem de água e dificilmente redecolam. As muitas linhas do cabresto podem se enrolar, principalmente em mãos inexperientes. Dependendo do modelo demoram muito tempo para desinflar e guardar. Se for mal regulado ou ocorrer uma pequena desregulagem no cabresto, o kite perde o perfil e o vôo fica horrível.
Kites tipo Arch (híbridos)
São um híbrido entre os infláveis e os foils. Têm duas camadas de tecido, semelhante ao foil e não possuem infláveis. Usam o sistema de perfil de dupla superfície junto com o formato frontal em arco, eliminando a necessidade das mil linhas do cabresto.
Vantagens: São menos frágeis. Não têm cabresto. São muito estáveis.
Desvantagens: Se enche de água se ficar alguns minutos na água. Não é tão fácil de redecolar como os foils. Têm mais facilidade de redecolar ao contrário (lado de baixo para cima). Não têm a manobrabilidade e velocidade dos infláveis para explosão de saltos e vôo.


Kites tipo Framed
Em conceito, são semelhantes às pipas de brinquedo, pois possuem apenas uma camada de tecido e armação em fibra (geralmente de carbono).
Vantagens: São baratas e tracionam bem, mas menos que um foil.
Desvantagens: Não são redecoláveis, podendo até afundar. As armações podem se quebrar ou gerar graves lesões com o impacto de quedas.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Pranchas

Pranchas

Pessoal das ondas como não sei muito de kitesurf pesquisei algo sobre pranchas.

Direcionais

São semelhantes às pranchas de surf, podendo ter acabamento em resina epoxi e miolo em bloco de isopor (português brazileiro) ou esferovite (português europeu) (mais resistentes) ou em resina poliester e miolo em bloco de poliuretano. Possuem duas ou três alças para os pés e quilhas iguais às de surf.

Vantagens: Em tamanho grande, possuem maior flutuação, o que facilita o uso em ventos mais fracos. Principalmente para osçar. São melhores para surfar as ondas. Como possuem nariz e rabeta com quilhas, são as melhores para saltos bem altos.

Desvantagens: Em ventos mais fortes, as maiores são mais difíceis de se cravar a borda na água para orçar. É preciso saber fazer o jibe.

Bidirecionais

São pranchas com acabamento em resina epoxi e miolo em bloco de isopor (mais resistentes) ou em resina poliester e miolo em bloco de poliuretano. Normalmente têm 2 alças, mas podem ser usadas com botas de wakeboard ou sandálias. Elas não têm frente ou traseira. Ambos os lados são iguais. Possuem quilhas menores do que as direcionais.

Vantagens: Não precisa fazer o jibe. São mais ágeis para se mudar de direção.

Desvantagens: Em ventos mais fortes, as maiores são mais difíceis de se cravar a borda para orçar. Em ventos fracos são um pouco mais difíceis de orçar.

Wakeboards

São pranchas com pouquíssima flutuação e quilhas pequenas. Podem ter botas (mais usado) ou sandálias. Geralmente são feitas com um sanduiche de resina e fibra (de vidro ou carbono), mas podem ser de madeira também. As de fibra podem possuir miolo de espuma rígida, honeycomb ou madeira balsa (as mais atuais).

Vantagens: Por serem leves e pequenas sua aerodinâmica facilita os saltos e giros. Não é preciso se fazer o jibe. Em ventos fortes são boas para orçar, pois cravam bem a borda na água. São muito resistentes.

Desvantagens: Por quase não flutuarem, precisam de ventos mais fortes. Em ventos fracos, são mais difíceis de orçar. Não são ideais para surfar as ondas. No caso de ventos rajados e fracos, quando o kite cai na água o praticante não pode usar os pés para nadar (se estiver usando botas). Com botas também é difícil de entrar na água sozinho e em lugares sem praia (com pedras e correnteza).

fonte: wikipédia

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009




O Kitesurf, Kiteboarding ou mesmo Flysurf é um desporto aquático que utiliza uma pipa (também conhecida como papagaio) e uma prancha com uma estrutura de suporte para os pés. A pessoa, com a pipa presa à cintura, coloca-se em cima da prancha e, sobre a agua, é impulsionada pelo vento que atinge pipa. Ao controlá-lo, através de uma barra, consegue-se escolher o trajeto e realizar saltos incríveis. Este esporte, relativamente recente, encontra-se de momento com grande popularidade e uma prática crescente no Brasil, em Portugal e no Mundo.
O Kitesurf foi inventado em
1985 por dois irmãos franceses: Bruno e Dominique Legaignoux mas apenas antigiu alguma popularidade a meio da década de 1990.
O nome resulta da junção de duas palvras inglesas: Kite, que significa
pipa (papagaio em Portugal) e Surf, do verbo inglês to surf, que significa navegar.

fonte: wikipédia

quarta-feira, 4 de novembro de 2009